17 de dezembro de 2014

Novidades do Passaporte Brasileiro

Para quem está pensando em viajar para o exterior, mas precisa renovar seu passaporte ou solicitar um, veja algumas mudanças recentes que a Polícia Federal acaba de informar.

A primeira novidade é a ampliação da validade do passaporte brasileiro de 5 anos para 10 anos. Isso é maravilhoso, não é verdade?!!! Mas atente-se: de acordo com a Polícia Federal essa mudança acontecerá somente no ano de 2015. Por enquanto os passaportes ainda continuam com o prazo de 5 anos e os documentos que já foram solicitados não serão alterados.

A outra novidade, mas que já entrou em vigor desde novembro/2014, é que agora é permitido crianças e adolescentes viajarem sozinhos ou com a presença de somente um dos pais. Desde que o passaporte seja atual, pois este constará uma autorização automática para que o menor de idade possa fazer a viagem sozinho ou com um dos pais.

A última novidade, é que o passaporte passará a ter a filiação do passageiro. Nesse caso, será dispensado qualquer outro documento na hora do embarque.


Para solicitar o seu passaporte, verificar todas as informações de pagamento e agendamento é só acessar o site da Polícia Federal clicando aqui!

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9 de dezembro de 2014

Londres - Série 1º tour pela Europa - Dia 7

O dia amanheceu cinzento e chuvoso. Mas não tive preguiça de levantar da cama, afinal teríamos o dia livre para aproveitarmos ainda mais Londres. 

Minha irmã e eu nos arrumamos e descemos para o café da manhã. Estávamos ansiosas para irmos ao Museu de Cera!!!!

Encontramos com o Cristiano que também estava bem animado para o passeio do último dia na cidade. O Léo e a Juliane já haviam saído para retornar à loja onde eles compraram o notebook, para buscar a nota fiscal que eles tinham esquecido de pegar no dia anterior. Mais uma vez eles iriam nos encontrar lá no museu.

A chuva não parava, mas a gente tinha a esperança que ela iria durar só um pouquinho, só para dar charme ainda mais à cidade....doce ilusão....

Bom, mesmo com a chuva, que não era fraca, resolvemos sair rumo ao Museu de Cera. 

Como boa paulistana tinha um guarda-chuva na bolsa, o que me salvou, quer  dizer, nos salvou, ele foi um grande amigo que nos acompanhou o dia inteiro.

O Cristiano não tinha nenhum, mas mesmo assim resolveu sair debaixo de chuva.

O metrô ficava na rua do nosso hotel, apenas 5 minutos, facilitando a nossa caminhada na chuva.

Como passava do horário de pico, compramos um bilhete de metrô mais barato, que serviria para o dia inteiro. 

Fazendo um parenteses: foi com muita dificuldade que descobrimos como funcionava o transporte em Londres. Por sorte encontramos uma simpática funcionária do metrô, que nos explicou que havia um bilhete diário, e que pagaríamos mais barato se comprássemos após o horário de pico.

Quando chegamos lá na estação ficamos novamente confusos para pegar o metrô. Percebemos que na mesma linha passava dois trens para destinos diferentes. Perguntei para um londrino qual trem deveríamos pegar para chegarmos ao museu. Ele até que tentou falar qual era, mas confesso que não entendi nada....hahahaha...mas com sorte pegamos o primeiro trem e era o certo.

O museu fica bem próximo à estação de metrô Baker Street. Ao chegarmos vimos que havia uma grande fila, mas como tínhamos comprado o nosso ingresso junto com o ingresso da London Eye, entramos direto, sem fila. Grande vantagem.

O Museu de Cera Madame Tussauds é simplesmente encantador. Logo que entramos já começamos a gostar. Havia muita gente lá dentro, mas foi tranquilo para tirar fotos com os artistas de cera. Afinal todos somos turistas e não temos pressa.




Após 10 minutos que estávamos lá dentro, vimos o Léo e a Juliane. Daí em diante foi muita diversão, as celebridades de cera são perfeitas. Tiramos muitas, muitas fotos.  





Para alguns artistas havia uma pequena fila para tirar a foto. A mais disputada foi a foto com o Michael Jackson!


Depois de mais ou menos umas duas horas no Museu de Cera, saímos de lá super felizes de ver tanto talento expressado nos bonecos de cera. Foi de fato um passeio sensacional!!!

Juliane, Léo, Cristiano, minha irmã e eu pegamos o metrô de novo e fomos à um outro museu: O Museu de História Natural.

Já tinha ouvido falar muito bem desse museu e queria conferir de perto. 

Continuava chovendo, e havia uma fila razoável para entrar no museu. Não sei o tempo exato que ficamos na fila, mas eu poderia dizer que talvez tenha sido por volta de 45 minutos a uma hora.

Quando entramos já pude perceber que tinha valido a pena ter ficado naquela fila debaixo de chuva.

Subimos uma escada rolante que passava dentro de uma grande bola que parecia o planeta Terra.


Passamos por várias salas e adoramos tudo. A sala dos espelhos foi demais, muito interessante. Os espelhos mudavam nossa imagem e ficava muito engraçado.



O museu é enorme, mas se você se preparar para ficar em torno de 2 horas por lá, dá para conhecê-lo bem.

O enorme esqueleto de um dinossauro é a maior atração do museu.




Ah, o Museu de História Natural é gratuito e está aberto todos os dias até as 17h50.

Quando saímos de lá, estávamos com fome e decidimos ir até a Chinatown. E a chuva não parava...

Fomos de metrô e quando chegamos  lá andamos bastante procurando um restaurante bom para almoçarmos. O tempo estava tão frio e chuvoso que tive vontade de voltar para o hotel, mas eu estava de férias não é verdade? Ainda estava cedo para ir embora, e era nosso último dia em Londres.

Andamos, andamos, andamos, até que decidimos entrar em um pequeno restaurante chinês. Não tínhamos ideia como era o restaurante. Era self service, então cada um fez o seu prato. Logo que fui me sentar à mesa e comecei a comer, apesar da fome, percebi que não tínhamos feito um bom negócio. Escolhemos tanto e acabamos decidindo por um restaurante o qual a comida não estava tão boa. Mas tudo bem, pelo menos não passamos mal...hahaha.

Depois do nosso "almo-janta" (já era tarde para o almoço e cedo para a janta) falei para meus colegas de tour que queria muito visitar a área próxima à Torre de Londres e depois ir ao bairro de Notting Hill para encontrar a Livraria do filme "Um Lugar chamado Notting Hill".

Como todos eram bem animados, seguimos para a estação Tower Hill.

Já estava escuro e meus pés estavam muito molhados, pois minha bota furou e como tinha chovido o dia inteiro me sentia pisando na poça de água o tempo todo.

A paisagem a noite era tão linda quanto a paisagem da cidade pela manhã.

Então, chegando na Torre de Londres, vi uma cidade iluminada. Muito bonita! Tiramos algumas fotos...




Após as fotos pensava que todos tinham desistido de ir à Notting Hill, mas como eu tinha falado que a livraria do filme poderia ser um lugar turístico interessante, todos nós pegamos o metrô novamente rumo à esse famoso bairro de Londres. O mais animado era o Cristiano e foi ele que insistiu para irmos lá, mesmo estando totalmente molhado, pois ele foi o único que não estava de guarda-chuva. O Léo e a Juliane tinha comprado um em Chinatown.

Descendo do metrô vimos que tinha uma loja de calçados que estava aberta. Entramos lá para ver se eu encontrava uma bota para meus pés encharcados pela chuva.

As botas na loja estavam super baratas, apenas 5 libras, mas infelizmente não consegui encontrar nenhuma com o meu número. A Juliane, que também queria uma bota nova, conseguiu comprar.

Como já estava escuro, após sairmos da loja não perdemos tempo e seguimos a procura da famosa livraria.

Novamente andamos muito, pois apesar de termos o endereço não sabíamos onde ficava.

Entramos em algumas lojas para perguntar onde fica a livraria, mas por incrível que pareça, ninguém sabia. Fiquei me perguntando: "Será que ninguém aqui assistiu o filme?!!!"

Até que o Cristiano perguntou para um morador de Notting Hill, que estava voltando do trabalho, se ele conhecia o endereço que tínhamos em mãos. Para nossa sorte, ele conhecia.

E lá foi o Cristiano na maior conversa com o mais novo amigo de infância. Até carona de guarda-chuva ele pegou.

Finalmente chegamos à livraria do filme. Já passava das 18h, e quando chegamos na porta, a vendedora estava fechando a loja. Que pena!!! Mas mesmo assim ficamos felizes. Tiramos muitas fotos do lado de fora e finalizamos nosso roteiro, "nada planejado", com muita emoção estando na livraria onde foi inspirado o cenário romântico do filme de Julia Roberts e Hugh Grant.



Voltando para o hotel, tomei um banho bem quentinho, coloquei minha bota para secar, arrumei minha mala junto com a minha irmã e fomos dormir para acordarmos bem dispostas e seguirmos viagem à nossa cidade mais esperada: Paris.

E continua...não perca o dia 8 !

Não deixe de ler a postagem sobre Notting Hill.


Quer saber como foi que começamos esse nosso tour pela Europa ? Não deixe de ler nosso primeiro post e acompanhe a série: Madrid - Série 1° tour pela Europa - Dia 1.

Confira o próximo post: Paris - Série 1º tour pela Europa - Dia 8.


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22 de novembro de 2014

Viajando pelo Aeroporto Internacional de São Paulo

Fazendo uma pequena pausa da nossa série 1º tour pela Europa, vou falar um pouco de um dos meus lugares preferidos - o aeroporto. E o aeroporto que escolhi foi o que eu sempre viajo - o de São Paulo.



O Aeroporto  Governador André Franco Montoro, mais conhecido como Aeroporto Internacional de São Paulo fica na cidade de Guarulhos, município do estado de São Paulo. Tem 3 terminais e é um dos principais aeroportos do mundo.

Recentemente foi inaugurado o belíssimo e moderno Terminal 3.

Para quem está em São Paulo, uma das maneiras para chegar até o aeroporto é pegar um ônibus na estação Tatuapé do metrô, zona leste da cidade. O ponto de ônibus fica na estação, ao lado do Shopping Boulevard.

E foi exatamente o que fiz para chegar até lá.
Esse ônibus que vai para o aeroporto custa R$ 5,90 para a viagem de ida e R$ 5,90 para a viagem de volta (preço de março/2017). A gente paga direto para o motorista. O percurso dura mais ou menos uns 30 minutos. Depende do horário e do trânsito.

Uma observação interessante: Pessoas idosas não pagam passagem. Apenas devem apresentar a identidade ao motorista.



Chegando no aeroporto, o ônibus faz sua primeira parada no Terminal 1 (antigo terminal 4), e após alguns passageiros descerem, ele segue viagem até o ponto final que é no Terminal 2.

Há alguns meses atrás antes de inaugurar o Terminal 3, o Terminal 2 era o principal terminal de voos internacionais. Desde maio de 2014 a maioria desses voos foi transferido para o Terminal 3. 

Por enquanto o ônibus que sai do metrô Tatuapé tem seu destino final no Terminal 2, e para ir ao Terminal 3 o passageiro pode pegar um outro ônibus, que é chamado de "transfer" e é totalmente gratuito que leva o passageiro a qualquer um dos 3 terminais do aeroporto, ou se preferir, o passageiro poderá caminhar por dentro do aeroporto, indo do Terminal 2 ao 3. O trajeto a pé é de mais ou menos 15 minutos.

Fui ao Terminal 3 primeiramente a pé e depois voltei para pegar o "transfer", assim poderia contar exatamente as duas experiências.

Antes de falar do caminho que fiz para o Terminal 3, vou falar um pouco dos terminais 1 e 2.


O Terminal 1 (antigo terminal 4) é bem pequeno, mas é muito organizado. Opera os voos nacionais da TRIP/Azul e da Passaredo. A cor de identificação é a Azul. Os portões de embarque vão do número 101 a 109. O check- in é a letra A.






Confira também o vídeo que gravei do Terminal 1 :



O Terminal 2 opera as seguintes companhias aéreas: Aerolíneas Argentinas, Aeroméxico, Air Europa, Austral Líneas Aéreas, Avianca, Boliviana de Aviacíon, Copa Airlines, Delta Airlines, Ethiopian Airlines, Gol (voos nacionais e internacionais), Royal Air Maroc, Sky Airline, TAAG, TACA, TAM (voos nacionais) e TAME.



A cor de identificação é a Laranja. Os portões de embarque vão do número 201 a 246. As letras do check-in são : B - C - D - E.

Antes de existir o Terminal 3, o Terminal 2 era o principal do aeroporto. Por isso podemos encontrar facilmente vários bancos, casas de câmbio, restaurantes, cafés, lojas, livraria, locadoras de carros e taxis.













Esse é o vídeo que fiz do Terminal 2. Confira:



Bom, seguindo pelo Terminal 2 rumo ao Terminal 3, iremos encontrar uma bela praça de alimentação com restaurantes e cafés conhecidos pelos brasileiros. 




Andando mais um pouco encontraremos modernas esteiras rolantes que facilitam nosso trajeto, principalmente quando estamos com as malas. Mas atente-se, pois não é permitido andar na esteira com o carrinho do aeroporto.



Logo que passei as esteiras vi um salão de beleza, outras lanchonetes e uma loja e seguros para viagem.







Seguindo, encontrei um elevador que me levaria para o embarque e o desembarque.

O desembarque fica no andar térreo. É tudo muito sinalizado, e as placas estão em português e inglês.




E olha que interessante o que encontrei: Tem uma máquina com produtos de guloseimas, água e refrigerantes que permite que a gente coma por até R$ 10. A água custa R$ 3 e o refrigerante R$ 4, nada diferente dos preços que encontramos nos shoppings por exemplo, e se tratando de "aeroporto", achei o preço razoável. Podemos encontrar várias dessas máquinas em todo o aeroporto.



Para quem chega com o ônibus "transfer" vindo dos outros terminais, o ônibus fica parado do lado de fora na área do desembarque.




Para ir à área do embarque é só pegar o elevador ou a escada rolante e ir para o último andar do terminal.

Chegando lá vi muitas máquinas de check-in e placas de sinalização.

Para quem gosta de plastificar as malas antes da viagem, não encontrará nenhuma dificuldade para fazer isso. Em todos os terminais e principalmente no Terminal 3 há funcionários de uma empresa que oferece esse serviço.

Verifiquei que para embalar a mala o custo é de R$ 60 (março/2017).

Quando viajo sempre embalo as minhas malas. Gosto muito, pois quando chego no meu destino e desembalo as malas, elas estão limpinhas e tudo em ordem. Além disso, quando você embala a mala, você está fazendo também um seguro contra roubo e extravio de sua bagagem.










Como disse, o Aeroporto Internacional de São Paulo tem muitos restaurantes, dessa vez resolvi experimentar uma comida rápida, e ter uma ideia de preço vs. qualidade.

Escolhi comer uma pizza no Pizza Hut. No Terminal 3 tem uma loja grande que está localizada no andar do desembarque e no segundo andar.

Uma refeição considerada completa, com um pedaço de pizza (tamanho grande), um acompanhamento, como por exemplo 5 batatas "smile", e um copo de 300 ml de refrigerante custa quase R$ 30. Um detalhe: esse valor é se você pagar diretamente no caixa, caso resolva fazer o pedido na mesa, considere os 10%.

Pelo que percebi esse valor é a média que se gasta em outros restaurantes do aeroporto.


Antes de deixar o Terminal 3 verifiquei os voos que operam nesse terminal. São eles: Air Canada, Air China, Air France, Alitalia, American Airlines, British Airways, Emirates, Etihad, Iberia, KLM, Korean Air, LAN (LAN Chile, LAN Peru, LAN Argentina, LAN Express), Lufthansa, Qatar, Singapore, South African, Swiss, TAM (voos internacionais), TAP, Turkish Airlines e United Airlines. 

Para o re-check-in (check-in de passageiros em conexão) as companhias aéreas que operam no Terminal 3 são: Avianca, Azul, Gol e LATAM (LAN e TAM).



A cor de identificação desse terminal é a Rosa. Os portões de embarque vão do número 301 a 326. As letras do check-in são : F - G - H.



Confira também o vídeo que fiz do Terminal 3:


Como disse no início desse post, logo que saí do Terminal 3 fiz o mesmo trajeto seguindo pelos terminais, mas desta vez experimentando o serviço do "transfer", o ônibus que faz um circuito por todo o aeroporto.

A espera em cada terminal para a chegada do ônibus é de 15 minutos. O que pude perceber é que saindo do Terminal 2 o ônibus fica lotado, dificultando a viagem para o outro terminal, principalmente para quem está levando muitas malas. Portanto, a minha sugestão é, se possível, caminhar do Terminal 2 ao Terminal 3. 

Nessa minha experiência verifiquei que saindo dos terminais 1 ou 3 o ônibus vai vazio.




E assim conhecendo de fato os 3 terminais do aeroporto, peguei novamente o ônibus (você pode pegar o ônibus nos terminais 1 ou 2) que me levaria até o metrô Tatuapé terminando minha viagem pelo Aeroporto Internacional de São Paulo.





Veja também os posts:





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